Cansaço e sono na gravidez

 

Por que estou tão cansada, agora que fiquei grávida?
A gravidez sobrecarrega todo o seu corpo, daí o cansaço. O sintoma de que as mulheres mais se lembram do começo da gravidez é a constante sensação de exaustão.

Até quem costuma ficar acordada até tarde de repente se vê tendo de fazer força para manter os olhos abertos diante do programa preferido na TV, à noite, ou mesmo no cinema.

Ao longo de toda a gestação, mas principalmente no primeiro trimestre, seu corpo está trabalhando duro. Você está fabricando a importantíssima placenta, o sistema que sustentará o seu filho. Esse processo só será concluído no final do primeiro trimestre.

Seus níveis hormonais e seu metabolismo estão mudando rápido, e ao mesmo tempo as taxas de açúcar no sangue e a pressão tendem a cair. Tudo isso contribui para a sensação de cansaço.

Quanto tempo o cansaço e o sono vão durar?
Cada pessoa é diferente, mas nas grávidas o cansaço costuma ser maior no primeiro trimestre e no começo do segundo trimestre.

O bom é que lá pela metade do segundo trimestre você deve sentir uma sensação de energia, suficiente para durar até o terceiro trimestre. É o momento ideal para aproveitar a gravidez e tomar conta de todos os preparativos para a chegada do bebê.

Lá por volta da 28a semana seu nível de energia deve começar a cair novamente.

Em algum caso o cansaço pode ser sinal de outra coisa?
Em algumas situações, o sono, o cansaço e a falta completa de motivação podem ser sinal de uma depressão. Principalmente se você estiver também com muitos sentimentos negativos. Nesse caso, converse com o médico.

A sensação de exaustão e fadiga pode ser um sintoma também de anemia, um problema que é bastante comum na gravidez.

A anemia pode ser detectada por um simples exame de sangue, e tratada com uma boa alimentação e com suplementação de ferro.

O que posso fazer para combater o cansaço?

Ouça o que seu corpo está pedindo
Tente tirar sonecas sempre que puder, e faça de tudo para ir para a cama cedo. Não estranhe se começar a recusar convites para sair.

No trabalho, fechar os olhos por alguns minutos já faz diferença — se você tiver a sorte de ter algum lugar onde possa descansar um pouco, aproveite.

Algumas grávidas apelam até para um descanso rápido em uma sala vazia, ou para um descanso instantâneo de cinco minutos no banheiro mesmo.

Tente adaptar seu cotidiano
Veja se existe a possibilidade de mudar seu horário para escapar do trânsito mais pesado ou do calor. Se já tem filhos, aceite ajuda de outras pessoas para tomar conta deles, para que você possa descansar um pouco e dormir.

Tome cuidado com a alimentação
Você vai precisar de cerca de 300 calorias extras por dia — e não estamos falando de chocolate. Uma dieta saudável, composta de legumes, verduras, frutas, leite desnatado e carnes magras vai lhe dar a energia de que você tanto precisa.

Comidas gordurosas, doces ou farinhentas demais, por outro lado, acabam sabotando sua disposição.

Aguente firme e tenha paciência
Logo você estará no segundo trimestre e voltará a ter energia. A maioria das mulheres acha o período entre o quarto e o sétimo mês o melhor de toda a gravidez, pois estão se sentindo ótimas. Não se esqueça de que fabricar um bebê é um trabalho e tanto, portanto, se achar que precisa dormir, faça de tudo para arranjar tempo e fechar os olhos, nem que só por alguns minutos.

Fonte: https://brasil.babycenter.com/a1500477/cansa%C3%A7o-e-sono-na-gravidez

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MOLEIRA NO BEBÊ: TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE O ASSUNTO

 

Saiba tudo sobre as moleiras, como saber se são normais, os cuidados necessários, a moleira funda ou baixa e a moleira alta
As moleiras são espaços sem ossos na cabeça do bebê. “Elas existem para permitir um adequado crescimento do cérebro no primeiro ano de vida, período onde a cabeça cresce mais”, explica a pediatra Rita de Cassia Silveira, presidente do comitê de neonatologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul.

Quando a moleira fecha

O fechamento da moleira irá depender do local. “As duas principais são a fontanela anterior ou bregmática que deverá estar fechada até uma ano e meio, 18 meses, de idade e a posterior até 9 meses”, conta Rita de Cassia.

A localização das moleiras

As moleiras estão localizadas nas divisórias dos ossos que compões o crânio. “Um recém-nascido tem até oito moleiras, mas algumas não são visíveis por serem espaços muito pequenos”, constata Rita de Cassia. As principais moleiras são a fontanela anterior, localizada no centro da cabeça do bebê quando o olhamos de cima, e a fontanela posterior, que fica no centro da parte de trás da cabeça.

Moleiras baixas ou fundas

Algumas moleiras podem ficar fundas ou baixas. “Isto ocorre se os ossos estão interpostos, ou houve um parto difícil, pode haver cavalgamento entre as suturas da taba óssea e as moleiras ficam menores, ou até mais fundas, sem significar doença, mas também pode ser sinal de desidratação”, observa Rita de Cassia. Diante de uma moleira funda ou baixa é importante entrar em contato com o pediatra. “Se a causa for desidratação, deve-se aumentar a oferta hídrica e tratar a causa e base”, conta Rita de Cassia. Saiba mais sobre moleira funda aqui.

Moleira alta

Outras moleiras podem estar mais altas, tensas ou abauladas. “Pode significar uma lesão ocupando espaço no cérebro e causando o que se chama de hipertensão intracraniana, condição grave e com uma série de riscos. Ainda pode significar edema cerebral com hipertensão intracraniana”, alerta Rita de Cassia. Diante de uma moleira alta é importante entrar em contato com o pediatra.

Como saber se a moleira está normal

Algumas moleiras podem parecer que estão pulsando, mas não se preocupe, isto é normal, principalmente quando ocorre de forma leve. “O fator de ser pulsátil pode significar hipertensão intracraniana, em alguns casos, mas sempre associado com outras alterações, como malformações congênitas”, conta Rita de Cassia.

A moleira normal é aquela que não está funda ou alta, tem uma apresentação plana e às vezes pulsáteis. “Ela também tem o tamanho de uma a duas polpas digitais”, afirma Rita de Cassia. O principal cuidado que se precisa ter os as moleiras é não bater nelas.

Fonte: https://bebemamae.com/recem-nascido/moleira-no-bebe-tire-suas-duvidas-sobre-o-assunto

De olho nos olhinhos do bebê

Especialista alerta para os sinais que podem não ser vistos pelas mães

Apesar da atenção e dedicação constante que acompanham os bebês durante os primeiros dias e meses de vida, é possível que alguns problemas no olho deles passem despercebidos. A dica é ficar de olhos bem abertos desde o primeiro momento em que o vê, na maternidade, e evitar que o bebê venha a ter problemas de visão.

Na sala de parto, a criança recebe a primeira ação de saúde ocular. Muitas mães desconhecem o procedimento. “Logo após o nascimento, uma gota de nitrato de prata é pingada em cada olho para prevenir doenças oculares graves que podem causar cegueira. Existem 40 milhões de cegos no mundo e pelo menos metade poderia estar enxergando se tivesse recebido socorro imediato”, diz Renato Neves, médico oftalmologista.

“O choro do bebê é um indicador importante. As mães sabem instintivamente que é um sinal de fome ou dor de barriga, mas também pode denunciar incômodos provocados pela conjuntivite. É comum a doença aparecer nos primeiros dias de vida. Por isso, é importante observar se os olhinhos manifestam vermelhidão”, diz Neves. O tamanho dos olhos e sua movimentação também devem ser acompanhados. O olhar que parece fugir naturalmente da luz pode indicar sérios problemas.

A obstrução do canal lacrimal é comum e os pais chegam a se confundir, achando graça no fato de a criança chorar sem lágrima. “O canal lacrimal leva a lágrima para o nariz. Ele pode estar entupido e o tratamento é feito com massagens e uso de colírios antibióticos. Mas o sintoma pode alertar para o tratamento de doenças mais graves”, diz o médico.

Manchas, sinais brancos na menina dos olhos (pupila), ou ainda se a criança estiver demonstrando incômodo na presença de luz, são alertas mais claros de que os pais não devem esperar para levar a criança ao oftalmologista.Vale lembrar que esses cuidados começam até mesmo antes de o bebê nascer, nos exames de pré-natal. Doenças como rubéola, sífilis ou toxoplasmose podem comprometer a visão.

 

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/de-olho-nos-olhinhos-do-bebe/

10 DICAS INCRÍVEIS DE COMO AJUDAR SEU FILHO A RECUPERAR O APETITE

Existem certos períodos que a gente acha que os pequenos não estão comendo tão bem como comiam, que o apetite diminuiu, não é verdade? E aí ficamos super preocupadas se está tudo certinho com a saúde deles e corremos para o pediatra! Vamos entender como funciona a questão do apetite nas crianças. Até os 6 meses de vida, o aleitamento materno exclusivo é a melhor opção para os bebês e normalmente eles tem bastante apetite. Dos 6 meses em diante os alimentos sólidos começam a ser introduzidos e é normal os bebês recusarem certos alimentos, afinal é um novo sabor, uma nova textura….devemos ter paciência e insistir. Se não comeu certo alimento hoje, sem problemas. Em alguns dias tente de novo!! Os bebês normalmente engordam bastante no primeiro ano de vida…de 7 à 10 kilos! Entre 1 e 5 anos as crianças ganham apenas de 2 à 3 kilos por ano…devem continuar provando de tudo, ainda não tem “preconceito” com relação à certos alimentos, porém já começam a ficar mais restritivos. De 5 anos em diante o apetite tende a aumentar, até porque eles são mais exigidos fisicamente, aumentando a necessidade de mais alimento. Mas…pode acontecer do seu filho apresentar falta de apetite em algum momento e isso pode te preocupar. A melhor coisa é conversar com o pediatra dele, mas selecionamos 10 dicas muito bacanas que podem ajudar até o dia da consulta…rsrsrs.

criança comendo

1.Deixe seu filho decidir a quantidade de alimentos que deseja. A quantidade que uma criança come é determinada pelo centro de apetite no cérebro, portanto comem a quantidade necessária para o crescimento e gastosConfie nisso!. A razão mais comum para algumas crianças aparentarem não sentir fome é que elas comem tantas guloseimas que nunca sentem realmente fome. Se seu filho sente sede no intervalo das refeições dê água para aliviar a sede dele. Deixe que sua criança fique uma ou duas refeições sem comer, caso deseje, então observe o retorno do apetite. Perder uma refeição é inofensivo.

2.Nunca dê comida a seu filho uma vez que se torne capaz de alimentar-se sozinho. Os pais de uma criança com pouco apetite tenderão a pegar a colher do filho, enchê-la, sorrir, e tentar fazer com que seu filho coma. Mas uma vez que já saiba usar uma colher (usualmente entre os 12 e 15 meses), deixe que ele mesmo se sirva pois sempre que estiver com fome irá alimentar-se. A alimentação forçada é a principal causa de brigas na hora das refeições.

3.Ofereça comidas na mão do seu filhoComece a oferecer alimentos na mão de seu filho aos 6 ou 8 meses de idade tais como: frutas, biscoitos, legumes…mesmo antes de ser capaz de usar uma colher.

4.Limite a ingestão de leiteLeite é importante, mas os nutrientes presentes nos outros alimentos também são. Leite é tão calórico quanto a maioria dos alimentos sólidos. Beber leite demais pode suprimir o apetite.

5.Sirva pequenas porções de alimento – menores do que aquelas que acha que seu filho irá comer. O apetite de seu filho é suprimido se for servido mais do que ele é capaz de comer. Se servir a seu filho uma pequena quantidade de alimento em um prato grande é mais provável que ele termine de comer e tenha um sentimento de cumprimento do dever. Se quiser mais comida, espere que peça.

6.Pense sobre a suplementação diária com vitaminas. Embora as vitaminas sejam provavelmente desnecessárias, elas não são prejudiciais nas doses habituais e pode diminuir suas preocupações com a alimentação de seu filho.

7.Torne o horário das refeições agradável. Atraia seu filho para conversas durante a refeição. Não transforme a hora das refeições em momentos de discussão.

8.Evite conversas sobre a alimentação. Não discuta a quantidade de alimentos que seu filho come enquanto ele estiver por perto. Confie no centro do apetite de seu filho, ele garantirá a quantidade necessária de nutrientes. As crianças devem ter prazer ao se alimentar.

9.Não prolongue o horário da refeição. Tenha uma rotina e siga-a. As refeições precisam ter horário para começar e acabar. Não force seu filho a se sentar à mesa após toda a família já ter se alimentado. Isto só irá causar o aparecimento de sentimentos negativos em relação a hora da alimentação.

10.Pratos coloridos e divertidos fazem a diferença. Claro, não é todo dia que você vai conseguir fazer uma carinha com cenourinhas, vagens cortadinhas sorrindo e tomatinhos cereja nos olhos do menininho no prato dele, mas de vez em quando é legal dar uma inovada na aparência. Ele vai se surpreender e achar muito divertido! Talvez até coma…rsrsrs…vale a pena tentar!!

Prematuros – 10 situações que podem levar à prematuridade

Todo bebê que nasce até a 37ª semana é considerado prematuro. O Brasil é o décimo país onde mais nascem bebês prematuros, o índice chega a 11,7% e é a principal causa de morte infantil no primeiro mês de vida, segundo o Ministério da Saúde.

Felizmente, a maioria dos bebês se desenvolve normalmente mesmo tendo nascido antes do tempo. Mas os cuidados precisam ser redobrados. O cérebro ainda está em fase de maturação, assim como os pulmões. Além disso, com a imunidade baixa, o bebê fica mais vulnerável.

prematuridadecausas

Aqui segue uma lista com 10 situações que podem causar a prematuridade, mas que, se forem tratadas e controladas, não representam risco grave:

  • Hipertensão – mesmo que você sempre tenha tido pressão normal, na gravidez ela pode se alterar. Portanto o acompanhamento constante com o médico é tão importante, pois se controlada, ela não representará risco e o bebê poderá nascer no tempo normal. O mesmo ocorre para o diabetes e problemas na tireoide.
  • Prematuridade Anterior – gestantes que já tiveram um partos prematuros anteriormente, tem mais chances de tê-lo novamente.
  • Malformação Fetal – as complicações advindas de uma malformação podem antecipar o parto.
  • Patologias do Útero – miomas, malformações uterinas, colo do útero curto e outros problemas no útero podem causar o parto prematuro.
  • Infecções Maternas – infecções urinárias ou qualquer outra infecção vaginal podem ser causas também.
  • Gestação de Múltiplos – depende da quantidade de bebês que estão sendo gerados, mas mesmo as de 2 bebês são interrompidas antes.
  • Idade Materna – tanto as gestantes que já passaram dos 35, como as gestantes adolescentes correm mais risco de ter um parto prematuro, por diferentes razões.
  • Alta Incidência de Cesarianas – muitas vezes o parto é agendado e existe uma margem de erro para a contagem da idade gestacional.
  • Posicionamento da Placenta – se não estiver posicionada na posição correta, podem ocorrer sangramentos e levar à um parto prematuro.
  • Diminuição do Líquido Amniótico – muitas vezes não se sabe ao certo a razão da diminuição do líquido, mas é fato que pode acarretar num parto prematuro.

laços

Fique atenta futura mamãe: um pré-natal de qualidade é a maior prova de amor que você pode dar ao seu bebê!!

A Importância da Vacina da Hepatite A

TUDO o que a gente quer nessa vida é que nossos filhos cresçam saudáveis, certo? E uma simples atitude nossa, dos pais, pode ajudá-los muito.

Recentemente o governo incluiu a vacina contra a Hepatite A no calendário nacional de vacinação infantil. Ou seja, agora é de graça!! Basta ir a um posto de saúde com a carteirinha da criança e pronto! Mais uma proteção para os pequenos. Antes, a vacina conta a Hepatite A era disponibilizada apenas em clínicas e consultórios particulares e seu valor varia de R$100,00 à R$ 150,00, dependendo do lugar. Informações importantes sobre a Hepatite A:

  • MANIFESTAÇÃO:  quadro gripal ou com sintomas como mal-estar, febre, náusea, vômitos, urina escura e olhos amarelados e pele amarelados (icterícia). Costuma apresentar-se de forma mais grave em adultos do que em crianças. Clinicamente, não é possível distinguir a hepatite A das outras formas de hepatite. Esse diagnóstico é feito somente por exames sorológicos;
  • TRANSMISSÃO: se dá pela ingestão de água e alimentos contaminados;
  • INDICAÇÃO DA VACINA: crianças de 1 ano à 1 ano e 11 meses. É injetável e feita em duas doses, com intervalo de 6 meses entre as doses;
  • A Hepatite A é um vírus que acomete o fígado, mas normalmente não causa doença crônica do fígado ou dano hepático importante. Apenas 1% dos casos podem evoluir para hepatite fulminante, quadro muito grave e de alta mortalidade.
  • TRATAMENTO: no caso da contaminação não há muito a fazer. A criança deve ficar em repouso, tomar os medicamentos indicados pelo médico para febre, náuseas e vômito e ter uma alimentação leve e saudável.

HIGIENE É TUDO!!! Como a transmissão se dá por alimentos e água contaminados, lave sempre e muito bem as mãozinhas dos pequenos (que vão sempre à boca), após as brincadeiras, assim que chegar em casa de um passeio, enfim, não é neura não…rsrsr…é apenas cuidado!